
Kaiserreich Germania
ERNANDO, por autoridade constitucional e solene eleição dos bem-aventurados povos reunidos nos territórios e domínios sob a Coroa Germânica, Imperador, Rei da Boêmia, Margrave da Morávia, Duque de Schleswig, de Holstein, da Silésia e da Saxônia, Conde de Vyšehrad, Soberano da Mais Nobre Ordem de Otto o Grande, da Mais Antiga Ordem da Cruz de Ferro e da Ilustríssima Ordem do Cisne; Príncipe de Schwarzenfeld, Duque de Wiesenburg, 2º Conde de Rosenhein, Conde de Fischhausen e de Weingarten, Senhor das Terras de Diekirch, Soberano da Mais Nobre Ordem da Casa Real de Vyšehrad e da Honorável Ordem de Carlos IV, Cavaleiro Grande Cruz da Ordem da Águia Prussiana e Cavaleiro Comendador da Ordem do Mérito do Reino da Baviera; Príncipe de Hvar e de Saint-Michel, Conde de Irig e de Nièvre, Barão de Lovendegen, Cavaleiro Grande Cruz da Gloriosa Ordem da Liberdade, da Real Ordem da Coroa da Kováquia, da Real Ordem da Glória, da Real Ordem da Amizade, da Ordem do Imperador Carlos Magno, Grande Dignatário da Ordem da Coroa Normanda, Dignatário da Nobilíssima Ordem Grão-Ducal do Leão de Flandres, Grande Oficial da Honorífica Ordem Nobiliárquica da Rainha Marina, Cavaleiro da Insígne Ordem do Santo Príncipe Lázaro e da Ordem de São Pedro de Cetinje, Recipiente da Ordem da Águia Negra e Cavaleiro da Sacrossanta Ordem de São Remígio fazemos saber a presente
Kaiserlicher Brief an den Statthalter von Zypern

audando os demais dignitários deste Império, e confiando na inesgotável potência criativa e nos valores civilizatórios daqueles que edificam e sustentam o micronacionalismo de língua portuguesa em sua forma mais excelente, recebemos com a devida gravidade a notícia proveniente de Nicósia acerca do súbito e voluntário afastamento de Sua Majestade Cristianíssima, o Rei do Chipre, de suas funções nos primeiros dias de janeiro deste corrente ano. Tal ocorrência, desprovida de causa aparente, ensejou a imediata mobilização deste nosso Império, em plena conformidade com a capacidade legítima que nos é conferida pelos termos do Tratado de Livre Associação celebrado entre o Reino do Chipre e a Germânia, a fim de garantir a preservação da independência cipriota e a continuidade de sua ordem institucional diante da possibilidade de um vácuo de poder. Nesse contexto, reconhecemos com jubilosa satisfação a ascensão de um regente que preserve a natureza confessional do Estado cipriota e sustente a fronteira da Cristandade nas águas do Mediterrâneo Oriental, outrora assegurada pelo memorável Reino Hierosolomita, e sob a égide da legítima Casa Real de Penalver e Gualda reinante nas terras do Chipre.
eafirmamos o compromisso e lealdade de nosso Império com o Reino do Chipre, seguindo o modelo iniciado com nosso histórico predecessor, Sua Germânica Majestade o Imperador Henrique VI, de gloriosa memória, de assegurar, com nossa augusta proteção, os laços de perpétua aliança da soberana, independente e autodeterminada Coroa cipriota com nossa Coroa Germânica. Por nossa soberana autoridade e graça imperial, na presente data e por meio deste instrumento, proclamamos os direitos de Sua Beatitude e Cristianíssima Alteza Dom Isidoro Bragança Travel de Penalver e Gualda, Soberano Patriarca do Estado da Cidade do Vaticano e Chefe da Casa Real de Penalver e Gualda, sob o nome de Antônio I, sobre as terras da referida ilha mediterrânica. Investimo-lo com a proteção e legitimidade de nossa Coroa Germânica e o reconhecemos solenemente perante as nações deste mundo como Regente do Reino do Chipre, guardião da plenitude da autoridade soberana cipriota em sua livre associação à nossa Coroa Germânica, até o retorno de Sua Majestade Cristianíssima, o Rei do Chipre.
m testemunho de nossa elevada estima e em reconhecimento de seus méritos pessoais, de sua dedicação à causa da paz e da continuidade histórica das coroas cristãs, nomeamos e investimos Sua Beatitude e Cristianíssima Alteza com a dignidade de Cavaleiro Grã-Cruz de nossa Ilustríssima Ordem do Cisne, honra reservada apenas àqueles cuja virtude, prudência e serviço às nações se destacam de modo singular na defesa do direito internacional e a promoção da diplomacia como instrumento legítimo para a preservação da ordem internacional, e por reafirmar perante Deus e perante os povos, o pleno reconhecimento da soberania e independência do Reino do Chipre, a legitimidade de sua Regência e a nobreza daquele que ora recebe nossa proteção, nossa amizade e nosso apreço imperial.
Distrito Imperial de Thomasstadt, 22 de fevereiro de 2026.
Registre-se. Publique-se. Cumpra-se.

